Colocou os óculos. Imagem ampliada. Consciência? Sorria diante da folha virtual. O mundo era virtual. Mas era real também. Realidade em devir. E o sorriso era algo por aí. Misto de chegar e não. Coisa que não se decide em ironia ou dor. Indecisão. Cisão. E começou. Escrever. A música alta no pátio procurava caminhos [...]
Arquivo da categoria ‘crônica’
Um sorriso era a tentativa de não ser rude. Artimanha para ludibriar a situação. Como se a situação fosse suscetível a qualquer artimanha. Fato. Ato. É isso que é. Tempo também. Pois que se esvai, desgasta e acaba. Morre. Não o sorriso. As poucas palavras que não dizem. Pretendem o silêncio, mas que não são [...]